Que toda a poesia que aflora de qualquer peito, garganta ou mente não é nada sem um pouco de carpe nocturn.
Vem,
Segue com meus passos
Come com meus dentes
Vou sair e é
sem ou com você
Come até meus passos
Segue até meus dentes
Vou fugir de casa, me trair
Vou morar fora de mim
E hoje a noite vou sair
E beijar a paz
Qua a sua dor quer
Meus joelhos fracos
Quando penso em ti
Não escolho os meus passos
Que dão carne aos dentes
E vou com ou sem você
Bem que me faz, toda vez
Cada passo nesse mundo
3.20.2010
3.07.2010
Prólogo teatral às avessas
Senhoras e senhores! Na peça que estão prestes a assistir, o autor quer capturar as velhas tradições e mostrá-las novamente. Mas ele não pretende contar-lhes o que estão sempre acostumados a dizer. Não! Este autor que mostrar-lhes um verdadeiro pedaço de vida. A verdade foi sua inspiração. Verão o amor como o povo real ama. Verão os trágicos resultados do ódio e espasmos da dor real. Escutarão gritos de raiva real e risos cínicos.
Assim, não devem pensar em nosso pobres truques teatrais. Devem pensar em nossas almas, pois somos pessoas de carne e osso - e neste mundo solitário respiramos o mesmo ar que vocês
Assim, não devem pensar em nosso pobres truques teatrais. Devem pensar em nossas almas, pois somos pessoas de carne e osso - e neste mundo solitário respiramos o mesmo ar que vocês
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