A minha lógica aqui é como a gravidade,
moldada em meu senso de humor,
Meu sangue é quente em formol
Um mundo de cheiro petricor
Não há um plano certo, assim
Das fossas das Marianas
A cinco mil supernovas
É a era vulgaris dos nossos tempos
"Ninguém é de ninguém"? Não!
São todos meus. Seus rancores,
Dores e prazeres. Tudo meu!
A desgraça da onipresença que some
Em seus dois braços pequeninos
Num quarto escuro ao meio dia.
Pondero: O amor não existe.
Minha religião tem dogmas quânticos que mudam no pulsar de 1 bilionésimo de segundo. Eu somatizo a temperatura e o termometro marca trinta e dois.