Não acredito em nós, nem você. Fazemos apenas promessas que podemos cumprir, mesmo que pequenas, mantêm nossas expectativas um do outro com os pés cravados em rocha matriz. Sem juras de amor eterno ou qualquer lirismo mais leviano do que um “até a próxima”. Não nos cabe palavras incertas que o tempo pode mudar. E nossa realidade brilha como o sol por de traz de suas córneas.