7.06.2009

Desabafo

O amor e a sutileza, PORRA!
Sacou a sutileza?
Qual é pessoal? Tá todo mundo… sei lá... mal?

Namorados eternos se separando, guerra entre irmãos, a sutileza tirando o salto, tanto na escrita quanto no jeito de disfarçar a tristeza, com certeza era mais poético o jeito de fazer escorrer a lagrima ou o jeito que você abria o meu peito e apertava o caroço de abacate até ele voltar a bombear sangue, isso com palavras. Por onde passo só vejo os clarões de granadas explodindo e a terra arrasada.

Sei que há coisas que devem ser perdoadas, mas nunca esquecidas. Só que é difícil perdoar, ah como é! É o inferno! E às vezes não temos a quem perdoar se não a nós mesmos, para mim, o mais difícil. Admitir o próprio erro sempre é (por falta de uma expressão que explique o que eu sinto e claro pela minha sutileza que só pode ser definida como ‘ a de um gentleman’) FODA!

Tá, eu sei é a era dos excessos,... ta ai a palavra que explica a maratona em circuito oval que vivemos, com certeza aos 18 anos todos já tem seus remédios para o stress, seja o maço de cigarros, a carreira, o beck, a vodka... A vodka, a vodka... Alguém ta escutando um eco? Voltando...

Excesso.
De opções para comer, beber, mastigar e digerir.
Exceço.
De abreviações, comparações, declarações e motivações para seguir em frente e não olhar para trás.
Ecesso.
De profissionalismo, de seriedade, de compromisso com algo que não vai além do boletim.
Esséço.
De caridade, de boa vontade, de compaixão e esperança. "Se não deu certo, é porque ainda não acabou"; "Quem ri por último, ri melhor"; "Quem espera sempre alcança". Será mesmo?


Now, I’m Just a happy pale boy that want to put a finish to all of this hatred, if I could. So slap my face when you think it’s right.